Entrevistas

Entrevista SJ #4 – Lynn Marie Morski, Psychedelic Medicine Association

A advogada e médica Lynn Marie Morski é responsável pelo podcast Plant Medicine, onde já entrevistou muitas das personalidades mais importantes no panorama da medicina e ciência psicadélica. Mais recentemente, decidiu fundar a primeira associação médica internacional dedicada a educar profissionais de saúde, e outros agentes, quanto ao uso, atual e futuro, de psicadélicos. A Psychedelic Medicine Association, que já foi objeto de uma notícia neste website, tem tido uma elevada aceitação e adesão e prepara-se para organizar a sua primeira conferência, o Simpósio Sana, entre 17-19 de setembro de 2021.

Nesta conversa, a nossa entrevistada fala da sua aproximação pessoal aos psicadélicos (e da reação das pessoas próximas), como advogada e sobretudo como médica. Relata um pouco da sua experiência como responsável pelo podcast Plant Medicine, como decidiu sobre a sua designação, e como este programa tem evoluído para responder às necessidades da sua audiência. Descreve também as origens e a finalidade da associação de que é diretora, diz quem pode ser membro, e como vê a sua evolução nos próximos anos. Finalmente, fala com entusiasmo da sua iminente mudança para Portugal e das razões que estiveram na origem da sua escolha.

As questões colocadas à entrevistada e respetivo minuto:     

0:00 – Apresentação.
2:45 – Como foi a reação dos seus amigos e conhecidos ao seu envolvimento com os psicadélicos?
6:05 – Como vê o crescimento do movimento de ‘coming out’ (“saída do armário”) acerca dos psicadélicos?
9:00 – Como vê a diferença entre as expressões ‘Plant Medicine’ (Medicina das Plantas) e ‘Psicadélicos’? 
11:10 – Como tem decorrido a experiência de dirigir um podcast?
11:14 – Destaca algum tópico ou algum convidado como favoritos?
15:50 – Vai continuar a fazer o podcast e o que podemos esperar do programa nos próximos tempos?
19:02 – Como surgiu a ideia de criar a Associação de Medicina Psicadélica?
24:26 – A Associação não é destinada apenas a médicos. Porquê?

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